Aprex : FaÁa a internet trabalhar para voce ServiÁos online para profissionais e empresas
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Campanha eleitoral profissional na internet

agosto 18th, 2010


Lançamos um pacote para turbinar as campanhas políticas do pais. Com o Comitê Virtual Aprex você utiliza todo o potencial da internet para ter eficiência, velocidade e contato direto com seus eleitores.

O sistema √© simples de usar e qualquer um, mesmo sem experi√™ncia na internet, pode gerenciar um grupo de trabalho e criar campanhas de email marketing em apenas alguns minutos. Al√©m de contar com as ferramentas colaborativas de calend√°rio, contatos, tarefas e disco virtual para coordenar suas a√ß√Ķes no pa√≠s e divulgar sua campanha. Envie propagandas, santinho eletr√īnico, not√≠cias, coment√°rios e muito mais.

Para fazer uma campanha eleitoral profissional da internet use o Aprex.

Mais dicas para um e-mail marketing eficiente

março 1st, 2010

Cada vez mais percebemos que os princ√≠pios b√°sicos para um e-mail marketing de sucesso est√£o se sedimentando. Como j√° abordamos aqui e em outros posts, o email marketing √© uma das ferramentas com maior taxa de retorno para as empresas. Al√©m de oferecer o menor custo para iniciar uma estrat√©gia bem sucedida, campanhas frequentes oferecem informa√ß√Ķes preciosas para o relacionamento com os clientes. Segundo o portal da Pequenas Empresas Grandes Neg√≥cios:

Com uma comunicação dirigida e total possibilidade de personalização, um e-mail marketing benfeito oferece alta taxa de retorno e ágeis mecanismos para mensurar as investidas.

Lá você encontra também dicas para que sua e-mail marketing seja um sucesso.

Será que o grátis vale a pena? Conversamos com a Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios

fevereiro 10th, 2010
Aprex na revista PEGN Fev 2010

Aprex na revista PEGN Fev 2010

A Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios de Fevereiro traz uma matéria bem interessante sobre serviços gratuitos e o modelo FREEMIUM: será que vale a pena? Guilherme Coelho, um dos fundadores da Aprex, entrou nessa discussão. Veja nossa opinião e de outras empresas na matéria completa.

“Ser√° que gr√°tis vale a Pena? Passado o frenesi causado pelo lan√ßamento do pol√™mico livro FREE, O FUTURO DOS PRE√áOS, do jornalista Chris Anderson, as empresas tentam encontrar um ponto de equil√≠brio entre o desejo coletivo por produtos e servi√ßos gratuitos e um modelo vi√°vel de neg√≥cio.”

Leia a matéria completa >

Quem clicou em sua campanha de Email Marketing?

dezembro 14th, 2009

stats_emailmkt_clicks

Estamos melhorando nossas estat√≠sticas para campanhas de email marketing a cada dia! Agora, al√©m de saber quantos cliques sua mensagem teve, √© poss√≠vel saber exatamente quais destinat√°rios clicaram em quais links. Veja as novas colunas “cliques” e utilize o link “visualizar” para ter as informa√ß√Ķes.

Internet √© “coisa de pobre” aqui no Brasil

outubro 30th, 2009

Entre o final da primeira Bolha da internet at√© a crise de cr√©dito que se propalou recentemente pelo planeta, pudemos acompanhar o surgimento de servi√ßos de internet que mudaram a hist√≥ria da rede. Estou falando do per√≠odo que iniciou em 2001 e se extende at√© hoje. S√£o exemplos em diversos setores que me ajudar√£o a fazer uma an√°lise de nosso pobre mercado “.com”.

Por exemplo o Google. Mesmo que seu nascimento esteja datado em 1998, o Google precisou de um tempinho para massacrar seus concorrentes Yahoo e MSN em termos de audi√™ncia ou valor de mercado. Eu o considero um fen√īmeno de sucesso p√≥s-bolha, pois foi principalmente ap√≥s atingir a marca de 1 bilh√£o de sites indexados em 2000 que as primeiras parceiras de sucesso iniciaram por l√°. O Gmail surgiu em 2004, junto com a sede nova em Mountain View, demonstrando o poder do software na web e sinalizando a terr√≠vel guerra que se travaria nos anos seguintes com a Microsoft.

Dentro deste mesmo per√≠odo, surgiram as redes sociais. Em 2004 o Facebook, que se tornou uma das maiores redes sociais do mundo e vendeu 1,6% de suas a√ß√Ķes √† Microsoft por US$ 240 milh√Ķes. Por esta quantia generosa √© melhor dizer que a Microsoft √© quem pagou e n√£o o Facebook que vendeu. Em 2004 tamb√©m surgiu o Orkut, fen√īmeno aqui no Brasil. O MySpace, adquirida por um dos maiores grupos de m√≠dia do Mundo, a News Corporation de Rupert Murdoch por US$ 580 milh√Ķes, foi criado em 2003.

Vamos em frente: Youtube. Criado por Chad Hurley e Steve Chen, em menos de dois anos ap√≥s seu nascimento, foi adquirida pelo Google por US$ 1,65 Bih√Ķes. Os dois “biliard√°rios” trabalharam juntos na PayPal. L√° conheceram um executivo ligado ao fundo de investimento Sequoia Capital, que investiu no comecinho da hist√≥ria uns US$ 3,5 milh√Ķes. Bom neg√≥cio.

Nos servi√ßos de internet para empresas, acompanhei o trabalho do intranets.com e WebEx. Intranets.com era um aplicativo SaaS para empresas, grupos de trabalho e outras comunidades criarem rapidamente uma intranet local, onde os usu√°rios puderam colaborar atrav√©s da Internet. Embri√£o da Web 2.0 nas corpora√ß√Ķes, a empresa foi adquirida por US$ 45 milh√Ķes pela concorrente WebEx. A WebEx aliou sua lidaran√ßa em v√≠deo e √°udio confer√™ncia pela internet a um aplicativo colaborativo para empresas. Tempos depois a Cisco, um gigante da rede, comprou WebEx por US$ 3.2 bilh√Ķes. Uma escadinha interessante.

N√£o se trata de fazer uma compara√ß√£o entre o tamanho das economias, mas sim a cultura de mercado. A internet aqui no Brasil, em sua grande parte, √© feita com o dinheiro das teles. Como diz-se na g√≠ria, com o “troco pr√° comprar bala”. A internet ainda est√° orbitando na periferia das teles, lutando para se tornar um neg√≥cio lucrativo, empurrado ladeira acima pelo conte√ļdo ou por servi√ßos “micados”. A internet no Brasil √© s√≥ uma m√≠dia, concentrando seu modelo de neg√≥cio na venda de audi√™ncia qualificada. Sobre esta √≥tica, torna-se um neg√≥cio olig√°rquico como sempre foi a televis√£o. Como j√° disse aqui, a internet est√° se tornando muito parecida com a televis√£o, at√© em seus costumes de criar √≠dolos, am√°-los ou odi√°-los. Populista, “fofoquista” e um tanto sensacionalista.

Pouqu√≠ssimos neg√≥cios de internet prosperaram neste per√≠odo aqui no Brasil e a nova onda de startups que come√ßou nos meados de 2007 embalados por uma Web 2.0 ainda n√£o frutificou. Ainda estamos vivendo os resultados da web 1.0. “Nossos” Buscap√©, Par Perfeito, Mercado Livre, Akwan e poucos outros renderam louros a seus criadores de l√° pr√° c√°. Da nova onda de neg√≥cios pouqu√≠ssimos conseguiram investidores e mesmo assim lutam dentro desta crise de cr√©dito e com pouca audi√™ncia e resultados. Os Blogs, blogueiros e m√≠dia social tentam diversificar seus neg√≥cios atrav√©s de consultorias de comunica√ß√£o digital ou servindo para engrossar o caldo da audi√™ncia dos portais. Temos profissionais inovadores, criativos, exportamos talento. Temos audi√™ncia (muito concentrada ainda, mas temos), tempo de navega√ß√£o recorde no mundo. J√° somos dezenas de milh√Ķes de internautas. No entanto ainda precisamos fortalecer muito uma leg√≠tima cultura online para que os neg√≥cios fluam melhor. Precisamos que as pessoas saibam usar a internet n√£o s√≥ como quem v√™ novela.

Coluna do Edson Rom√£o publicada na Revista www.com.br da Editora Europa

O valor de um click

setembro 25th, 2009

Os criadores e desenvolvedores de servi√ßos e sites na web sabem realmente a import√Ęncia de cada click do usu√°rio, n√£o se cansam de estudar como criar o “click dos sonhos”.

O meu mouse est√° mais nervoso que o controle remoto da minha TV. N√£o sei o que deu nele, mas acho que eu n√£o sou o culpado disto acontecer. Pede a todo instante para ser apertado, deslizado pr√° c√°, pr√° l√°, rola p√°gina e clica, volta e vai. Um “sambalel√™”. A culpa n√£o √© minha. √Č da nossa gente que cria os sites e os servi√ßos que vemos na web. N√£o por haver muita op√ß√£o, concorr√™ncia, surgimento de novidades – tenho tempo pr√° ver muita coisa, mas o meu mouse parece um temperamental. Deve ser a idade, afinal com 13 anos de internet comercial no Brasil, os horm√īnios devem estar em ebuli√ß√£o, afetando o humor dele. Tenho procurado um jeito de trazer alguma paz pr√° ele. Quando o levo pr√° navegar dentro de uma interface embara√ßosa, seus clicks v√£o embora em segundos.

Mas o que √© que as pessoas querem encontrar no mundo on-line? Essa √© uma pergunta que n√≥s, criadores, produtores, desenvolvedores do mundo pontocom nos perguntamos constantemente. Quer se trate de desenvolver um novo site, uma nova campanha on-line, ou um novo neg√≥cio baseado na web, queremos e devemos reter a aten√ß√£o do usu√°rio. E o encantamento se d√° no conjunto de muitas a√ß√Ķes. Voc√™ pode atrair visitantes com alguma isca como SEO ou um conte√ļdo interessante, mas √© um design claro e uma navega√ß√£o simples que os mant√™m no local e encorajados a regressar. Caso contr√°rio, o seu site ser√° um desperd√≠cio de tempo e ser√° condenado ao abandono e esquecimento. √Č na interface que se d√° o primeiro contato e todo mundo sabe que “a primeira impress√£o √© a que fica”. Mas veja bem; n√£o adianta tamb√©m caprichar s√≥ no make up se h√° “mal h√°lito”. O trato ao usu√°rio tem que ser completo.

√Č preciso aliar t√©cnica ao sentimento. Mesmo quando se √© apaixonado por web deve-se ter todo cuidado ao criar, programar, desenhar, escrever e organizar a informa√ß√£o. Lembre-se que a oferta e disponibilidade de servi√ßos √© imensa. O SEO, sistemas de busca, publicidade e branding colocam na nossa cara muitas portas para se abrir. Se o site n√£o estiver bem lapidado vai certamente deixar a audi√™ncia escapar pela janela.

Sejamos previdentes: as formas de experimentar a satisfa√ß√£o do usu√°rio com um site s√£o pouco usadas pelo criadores. Os testes de usabilidade podem auxiliar-nos a fazer sites melhores e ter um feedback mais concreto. √Č bom usar m√©todos para perceber problemas na intera√ß√£o do usu√°rio com a interface, mostrando se elas s√£o complicadas demais, se levam do “nada ao lugar nenhum”, se h√° excesso ou redund√Ęncia de informa√ß√Ķes e outras tantas ciladas que sem querer preparamos para eles.

Depois de muito tempo debru√ßados sobre nossas pr√≥prias cria√ß√Ķes, acabamos por achar nossos filhos maravilhosos. Nem sempre √© assim. Quando algu√©m mostra algum defeito em nossos “filhotes”, o primeiro impulso √© rejeitar a cr√≠tica. Portanto um teste isento pode nos auxiliar a avaliar a situa√ß√£o. Contra fatos n√£o h√° argumentos. Uma interface compreens√≠vel √© melhor do que muito lero-lero.

Se n√£o puder contratar testes especializados, seja mais modesto. Teste sempre suas cria√ß√Ķes com os amigos e principalmente com aqueles que n√£o nos admiram tanto :-) ) . Teste com desconhecidos, repetindo com frequ√™ncia esta experi√™ncia. Mantenha sempre em seu site um caminho claro para o usu√°rio postar sua opini√£o. Leia e considere-a, pois sempre pode haver um iluminado entre n√≥s.

O usuário é exigente. Suas exigências são às vezes supérfluas demais. Não dê as costas para isso. O click do mouse é rápido. Mais rápido que o piscar de olhos. O pensamento e  o dedo estão conectados por um link de um terabit de velocidade. Dêem valor ao click.

Coluna do Edson Rom√£o publicada na Revista www.com.br da Editora Europa

Seja gentil e pague as contas do próximo mês

agosto 28th, 2009

S√£o poucas pessoas no mundo que tem direito a um mordomo. Eu at√© hoje, plebeu que sou, n√£o vi sequer um pessoalmente. Soube que eles sempre levam a culpa dos assassinatos nos filmes de suspense, mas √© s√≥ isso. Mas sei que um mordomo √© fiel a seu patr√£o, independente dos costumes e prefer√™ncias destes. √Č discreto, praticamente invis√≠vel, silencioso ‚Äď apenas serve. Outro personagem que serve no mundo real s√£o os Concierges. Estes eu j√° vi…acho que de longe uma ou duas vezes. Levam algumas culpas mais leves e umas gorjetas principalmente por resolverem e atenderem os intrincados pedidos de seus h√≥spedes. A miss√£o de ambos no mundo real √© satisfazer, atender, servir¬† cumprir com esmero as suas atividades a favor de seus contratantes.

Ta√≠. Eu conheci um servi√ßo de internet que teve um mordomo. Foi o hpG que criamos em 2000. Usamos este personagem para demonstrar a import√Ęncia que o cliente de um servi√ßo de internet t√™m. Representava o atendimento, a resposta imediata, a informa√ß√£o relevante. Hoje em dia est√° mais acentuada ainda a import√Ęncia que o usu√°rio desempenha para o sucesso dos servi√ßos web, pois ele hoje √© o protagonista, o gerador de conte√ļdo e o d√≠namo das atividades dos servi√ßos de internet. Nestes tempos de web 2.0, da j√° malhada colabora√ß√£o, imagine uma rede social vazia, um servi√ßo de dating sem pretendentes, um servidor de game sem usu√°rios e quem dera, um portal sem audi√™ncia. O usu√°rio √© mais do que suas conota√ß√Ķes num√©ricas e estat√≠sticas. Se √© por um lado CPM, CPC, unique visitor, page view, click, audi√™ncia, share, por outro √© autor, jornalista cidad√£o, comentarista, fot√≥grafo, revisor, editor, juiz, advogado, sendo ou n√£o doutor, manda e desmanda por detr√°s de seu amedontrador anonimato.

Mas acima de tudo o usu√°rio √© a Majestade que move nossas a√ß√Ķes e que √© alvo de nossos mais profundos pensamentos em busca de cria√ß√Ķes¬† que¬† lhes atenda, que lhes encante, que capte e retenha sua aten√ß√£o. √Č nosso amo e senhor, nosso¬† amor ut√≥pico. Por isso os servi√ßos de internet – praticamente todos – tem a maior considera√ß√£o pelo usu√°rio, como n√£o se v√™ fora da rede.¬† Coitadinho do atendente de suporte que tratar mal um usu√°rio de internet. Est√° frita a loja de e-commerce que prestar um mal atendimento. No mundo real, por exemplo, um balconista ou vendedor nos faz engolir quantos “sapos” este quiser. Nos fazem esperar, nos atendem e informam mal e engolimos sem espernear. Nem de perto deixamos¬† acontecer no mundo virtual, pois gritamos a pleno pulm√Ķes por nossos direitos.¬† A internet nos deixou exigentes, meio mimados. Queremos banda larga.¬† Um n√£o, dois,¬† quatro, trinta mega.¬† Email com menos de dois giga, que lixo.¬† Queremos software online, onde e quando eu quiser, ok. E pr√° Linux, Mac, PC, mobile e cia e com lembretes por SMS.

O padrão de qualidade dos serviços de internet está subindo a cada dia por conta da capacidade de exigir e da pressão que a oferta e procura exerce sobre nós empreendedores e empresários da web. Precisamos deles. Precisamos de vocês. Uma das maiores empresas do mundo oferece a maioria de seus serviços de graça Рna internet é claro. Quer mordomia maior que essa? De graça e funcional. Mas tem que funcionar bem e se tiver um atendimento especial até paga-se um pouquinho por isso. Os mapas de localização são uma mordomia incrível para quem mora nas grandes cidades e precisam fazer seus trajetos de maneira rápida e precisa. Eu uso diariamente, economizando combustível, tempo e minha santa paciência. Poucas coisas são mais amáveis que se clicar e abrir o que se pretende ver, com velocidade e resposta precisa. Outra dica: Fundado por médicos afiliados a famosa Universidade de Medicina de Harvard , o serviço BestDoctors.com (www.bestdoctors.com) ajuda as pessoas a receber o melhor cuidado médico. Organizaram uma base de dados mundial de 50.000 especialistas médicos em mais de 400 especialidades. Estes médicos são escolhidos por seus próprios pares por uma razão simples: Estão entre os melhores. Confortável.

Coluna do Edson Rom√£o publicada na Revista www.com.br da Editora Europa

PHP5 e ferramenta de importação de emails

julho 16th, 2009

Ferramenta de importação de emails do Aprex

Parte do sucesso de uma implementação é o completo desconhecimento a respeito dela. Tudo continua aparentemente como sempre foi.

Esta semana fomos para PHP5 dessa forma. Smooth. Sem turbulência.

Outra novidade √© o recurso para cria√ß√£o de listas do Email Marketing Aprex. Agora voc√™ pode criar sua lista de envio a partir de suas contas do Gmail, Yahoo ou LinkedIn. Em poucos cliques sua lista est√° pronta para utiliza√ß√£o. Estamos trabalhando para incrementar as op√ß√Ķes de escolha. Hotmail, MSN, Twitter e Orkut est√£o na lista e na fila.

Isso aumenta e facilita a personaliza√ß√£o e segmenta√ß√£o de suas campanhas. Muitas possibilidades se abrem. Fa√ßa testes com redes¬†diferentes, personalize as mensagens com nomes, segmente por comunidade de interesse. Enfim, crie seus caminhos, encontre seu p√ļblico e aumente seus resultados.

Mobile Mania

julho 10th, 2009

De tempos em tempos lemos alguma pesquisa ou estudo que diz que a internet ‚Äď e esta vontade incessante de us√°-la – aumenta a ansiedade nas pessoas. H√° poucos dias uma destas disse que 27% dos usu√°rios, quando desconectados, s√£o atingidos por ansiedade e que 40% levam o PC para cama. Eu estou livre disso. Pr√° que levar o PC para cama!? Eu s√≥ preciso levar o celular. E pr√° que ficar ansioso sem internet? Mas…s√≥ deixa eu dar uma √ļltima espiadinha nos emails antes de dormir; e j√° que estou aqui, deixa eu ver como est√£o os cadastros, se os servidores est√£o up etc. Na verdade, n√£o posso mais ficar sem voc√™. Com quem estava falando? Desculpe, era com o navegador do celular.

O celular, smartphone, iPhone e outros equipamentos port√°teis conectados a rede s√£o uma realidade avassaladora em n√ļmeros. Nesta metade de 2008, o Brasil atingiu a marca de 135 milh√Ķes de assinantes no Servi√ßo M√≥vel Pessoal, numa densidade de 70,57 telefones m√≥veis em servi√ßo para cada 100 habitantes. E o Brasil √© o pa√≠s que mais acessa internet via celular na Am√©rica Latina de acordo com pesquisa da empresa dona do browser Opera, publicada em agosto de 2008.

Com uma audi√™ncia deste tamanho √© claro que o mercado fica muito entusiasmado. No entanto existem diversas particularidades que devemos considerar antes de pensar neste volume todo como uma audi√™ncia monetiz√°vel para o mobile marketing, MMS e WAP. Por enquanto apenas 20% destes assinantes tem celular p√≥s-pagos e 80% s√£o pr√©-pagos. Isso quer dizer que tem muita gente usando o celular como um ramal que recebe telefonemas, sem sequer depositar para as operadoras um real de cr√©dito al√©m do necess√°rio. Com isso vamos afunilando nossa audi√™ncia para servi√ßos pagos como tr√°fego de dados e multim√≠dia. Uma pesquisa feita pela Nielsen que entrevistou 5.000 usu√°rios de celular nas principais cidades brasileiras mostra algumas coisas: O servi√ßo de celular mais utilizado no Brasil √© o SMS, com 60,1% entre os usu√°rios. No p√ļblico jovem, esta fatia aumenta para perto de 80%. Baixar m√ļsicas e ringtones √© outro servi√ßo bem utilizado. Eu estou localizado aqui: usu√°rios que checam e-mails por celular, 57%; na sequ√™ncia vem os sites de m√ļsica (27%), entretenimento (25%), jogos (18%), filmes (12%) e not√≠cias e pol√≠tica (12%).

Sobre modelos de neg√≥cios para mercado mobile no Brasil, as emissoras de TV e r√°dio t√™m saturado sua programa√ß√£o com promo√ß√Ķes do tipo Pull – “mande a palavra xyz para o numero tal e concorra a um carro 0 km”, chamando o usu√°rio para a intera√ß√£o com um n√ļmero conhecido por Large Account. Tamb√©m vemos campanhas push, partindo de uma base opt-in, solicitando a esta a participa√ß√£o em uma promo√ß√£o.

Todo mundo quer beliscar uns centavos dos milh√Ķes de SMSs que se colhe numa a√ß√£o destas. Desconte a√≠ a inadimpl√™ncia dos celulares que solicitam o servi√ßo, mas depois n√£o tem cr√©dito em seus pr√©-pagos para serem debitados. √ďbvio: a maior parte da receita (de 45% a 55%) fica nas m√£os das operadoras. Paga-se a merchandising para emissora, sobram algumas merrecas de centavos para voc√™, campe√£o.

Por outro lado, o mercado se esmera em produzir alguns servi√ßos de internet para o formato WAP com qualidade. Utilizo e indico o Ita√ļ, tudo do Google, Aprex, Reuters. Geralmente √© quando mais se precisa, no sufoco, que buscamos uma informa√ß√£o pelo browser mobile. √Č bom estar preparado e fazer bem feita esta adapta√ß√£o de seu site para n√£o decepcionar. Celular √© uma mania global e nacional. A internet e o celular est√£o fadados a antropofagia. Daqui a pouco um estar√° dentro do outro numa metaboliza√ß√£o hi-tech. N√£o preciso do PC na cama. Um torpedo de boa noite e at√© amanh√£.
Coluna do Edson Rom√£o publicada na Revista www.com.br da Editora Europa

E-mail marketing: uma ferramenta barata e eficiente

julho 2nd, 2009

√Č assim que o consultor Marcelo Cossalter da RCS Brasil definiu o e-mail marketing na PEGN de junho.

Serve n√£o s√≥ para informar o cliente sobre promo√ß√Ķes e novidades, mas principalmente para conhecer melhor os h√°bitos e as prefer√™ncias do p√ļblico-alvo, algo essencial nos dias de hoje.

Ele observa também algo que já falamos aqui em outros posts. A composição da lista de destinatários do e-mail marketing é um ponto chave para o sucesso da ação. Sempre consulte seus clientes antes de adicioná-los a lista de envio. Isso é o que chamamos de opt-in. Só assim você terá certeza que suas mensagens serão recebidas e não cairão na vala comum da caixa anti-spam. O opt-in garante grande parte da resposta efetiva dos seus clientes a suas mensagens.


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