A internet mudou e vai mudar cada vez mais a forma como trabalhamos. Tudo que a web permite — do email ao teleconferência — está remodelando as relações e métodos de trabalho. A coluna do Silvio Meira no G1 desta semana traz uma visão interessante de um futuro muito próximo, onde o valor está no resultado e não na presença.
O mesmo pode ser feito em qualquer “escritórioâ€. Se o trabalho é processar informação, precisamos de um conjunto de métodos, um número de protocolos para fazer a coisa fluir e… presto, funciona, desde que as responsabilidades estejam distribuÃdas e cada um dos colaboradores esteja comprometido a realizar, a contento, a sua parte. (..)
Em tempos de informação, conhecimento e onde, ao invés de “quanto tempo por dia eu passo aqui†temos que pensar em “como o meu trabalho contribui para o negócioâ€, onde não sou medido por horas de ponto no emprego, mas por resultados atingidos, o que — além da tradição e da incompetência gerencial — me forçaria a continuar indo para o “local de trabalhoâ€?
Existem inúmeros exemplos da viabilidade e sucesso do trabalho não presencial. O software livre é construido por um batalhão de programadores ao redor do mundo, que as vezes nunca se viram. Muitos blogs e podcasts são feitos na mesma onda. Conheço algumas agências digitais estrangeiras que contratam profissionais brasileiros para trabalho remoto. Com profissionais preparados e serviços como o Aprex o mundo vira uma quitinete. A mesa está posta. As ferramentas estão na bandeja. O futuro é agora.