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Twitter: 140 caracteres que expressam objetivamente a vida cotidiana de seus usuários. 140 caracteres que mexeram com a internet. Você viu?

Será que consigo escrever tudo que penso com 140 caracteres? É um desafio ao poder de sítense ou é suficiente para expressar-me claramente?

Todo mundo está falando do Twitter, mais um serviço que “bomba” na internet. Um microblog que fez milhões de usuários em apenas dois anos.

Será que simplicidade é a melhor qualidade que encontramos no Twitter? Escrever e ler frases objetivas, acompanhar pessoas em seu dia a dia.

Os adoradores de novidades chegaram primeiro. Silenciosamente. Basta juntar esta gente que forma opinião prá coisa pipocar de vez na web.

A pergunta é uma só: “o que você está fazendo?”. Eu estou escrevendo o texto para a Revista W usando 140 caracteres para me expressar.

A mídia social chegou com tudo no Brasil e desde 2007 fincou fortes alicerces na vida cotidiana da galera que gosta, ama e usa a internet.

Se blogar já era uma paixão, microblogar então vai ser uma mania. O brasileiro adora conversa longa, curta ou com 140 caracteres, tanto faz.

O Twitter é mais um daqueles serviços que revolucionou a tão revolucionável web, chegando de forma muito simples, ganhando aderência global.

Considero a simplicidade uma virtude fora de uso na humanidade, formada por pessoas cada dia mais complexas e relações muito sofisticadas.

O Twitter traz prás pessoas a oportunidade de se experssar de forma objetiva, eliminando o lero-lero comum em muitos blogs convencionais.

Mas porque 140 caracteres? Bem, isto é fácil de imaginar. O Twitter foi inicialmente pensado para ser um serviço de troca de mensagem SMS.

O nome original do seria “twttr”, inspirado no Flickr, mas também para poder se enquadrar no sistema americano de shortcodes com 5 letras.

Com aquela cara simpática, o passarinho azul do Twitter é mais um serviço que fez o usuário adaptar seu uso da internet. Comunicação rápida.

Este enorme sucesso fez do Twitter uma nova lenda na internet. Mas será que é só mais uma mania que vai cair logo no esquecimento da galera?

O que vemos é o Twitter causando um enorme fluxo de informação entre as pessoas, sejam colaboradores ou curiosos que se tornam seguidores.

O Twitter conseguiu algo muito interessante, que é criar um hábito nas pessoas. Algo compulsivo que se vê no uso de redes sociais e blogs.

Um serviço mutiplataforma, perfeitamente adaptado para o uso em dispositivos móveis e no desktop, com a maior desenvoltura em ambos.

Amigável, simples, claro e limpo. Direto e preciso. Usa o pássarinho como símbolo de sua leveza e a simpática baleia anunciando um downtime.

O Twitter tem sido tão celebrado que se tornou um palco para aparições de estrelas do Show Bizz. Definitivamente foi para o mainstream.

Stephen Fry, Britney Spears, Al Gore, Demi Moore, Arnold Schwarzenegger, William Shatner, Snoop Doggy Dogg, Paulo Coelho e o Edney estão lá.

Tema de paródias, vídeos, histórias e causos, o Twitter conseguiu o que tanto esperamos da internet, que é o ineditismo nascido do óbvio.

Eu juro que tenho tentado aderir. Na verdade estou quase marcando uma sessão no analista para ver se o problema é com o Twitter ou comigo.

O que acontece é que a febre de usar o Twitter e tantas outras redes sociais tem feito eu me sentir pressionado a aderir, compulsoriamente.

Agora já tem gente dizendo que Twitter e Facebook fazem bem para o desempenho profissional dentro das empresas. Um relax pra dar um gás.

Enfim, tá todo mundo dizendo algo do Twitter e eu também meti a minha colher com 140 caracteres por frase e disse o suficiente. Vai lá ver.

Coluna do Edson Romão publicada na Revista www.com.br da Editora Europa

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