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quarta-feira, fevereiro 10th, 2010
 Aprex na revista PEGN Fev 2010
A Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios de Fevereiro traz uma matéria bem interessante sobre serviços gratuitos e o modelo FREEMIUM: será que vale a pena? Guilherme Coelho, um dos fundadores da Aprex, entrou nessa discussão. Veja nossa opinião e de outras empresas na matéria completa.
“Será que grátis vale a Pena? Passado o frenesi causado pelo lançamento do polêmico livro FREE, O FUTURO DOS PREÇOS, do jornalista Chris Anderson, as empresas tentam encontrar um ponto de equilÃbrio entre o desejo coletivo por produtos e serviços gratuitos e um modelo viável de negócio.”
Leia a matéria completa >
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segunda-feira, dezembro 14th, 2009

Estamos melhorando nossas estatÃsticas para campanhas de email marketing a cada dia! Agora, além de saber quantos cliques sua mensagem teve, é possÃvel saber exatamente quais destinatários clicaram em quais links. Veja as novas colunas “cliques” e utilize o link “visualizar” para ter as informações.
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sexta-feira, outubro 30th, 2009
Entre o final da primeira Bolha da internet até a crise de crédito que se propalou recentemente pelo planeta, pudemos acompanhar o surgimento de serviços de internet que mudaram a história da rede. Estou falando do perÃodo que iniciou em 2001 e se extende até hoje. São exemplos em diversos setores que me ajudarão a fazer uma análise de nosso pobre mercado “.com”.
Por exemplo o Google. Mesmo que seu nascimento esteja datado em 1998, o Google precisou de um tempinho para massacrar seus concorrentes Yahoo e MSN em termos de audiência ou valor de mercado. Eu o considero um fenômeno de sucesso pós-bolha, pois foi principalmente após atingir a marca de 1 bilhão de sites indexados em 2000 que as primeiras parceiras de sucesso iniciaram por lá. O Gmail surgiu em 2004, junto com a sede nova em Mountain View, demonstrando o poder do software na web e sinalizando a terrÃvel guerra que se travaria nos anos seguintes com a Microsoft.
Dentro deste mesmo perÃodo, surgiram as redes sociais. Em 2004 o Facebook, que se tornou uma das maiores redes sociais do mundo e vendeu 1,6% de suas ações à Microsoft por US$ 240 milhões. Por esta quantia generosa é melhor dizer que a Microsoft é quem pagou e não o Facebook que vendeu. Em 2004 também surgiu o Orkut, fenômeno aqui no Brasil. O MySpace, adquirida por um dos maiores grupos de mÃdia do Mundo, a News Corporation de Rupert Murdoch por US$ 580 milhões, foi criado em 2003.
Vamos em frente: Youtube. Criado por Chad Hurley e Steve Chen, em menos de dois anos após seu nascimento, foi adquirida pelo Google por US$ 1,65 Bihões. Os dois “biliardários” trabalharam juntos na PayPal. Lá conheceram um executivo ligado ao fundo de investimento Sequoia Capital, que investiu no comecinho da história uns US$ 3,5 milhões. Bom negócio.
Nos serviços de internet para empresas, acompanhei o trabalho do intranets.com e WebEx. Intranets.com era um aplicativo SaaS para empresas, grupos de trabalho e outras comunidades criarem rapidamente uma intranet local, onde os usuários puderam colaborar através da Internet. Embrião da Web 2.0 nas corporações, a empresa foi adquirida por US$ 45 milhões pela concorrente WebEx. A WebEx aliou sua lidarança em vÃdeo e áudio conferência pela internet a um aplicativo colaborativo para empresas. Tempos depois a Cisco, um gigante da rede, comprou WebEx por US$ 3.2 bilhões. Uma escadinha interessante.
Não se trata de fazer uma comparação entre o tamanho das economias, mas sim a cultura de mercado. A internet aqui no Brasil, em sua grande parte, é feita com o dinheiro das teles. Como diz-se na gÃria, com o “troco prá comprar bala”. A internet ainda está orbitando na periferia das teles, lutando para se tornar um negócio lucrativo, empurrado ladeira acima pelo conteúdo ou por serviços “micados”. A internet no Brasil é só uma mÃdia, concentrando seu modelo de negócio na venda de audiência qualificada. Sobre esta ótica, torna-se um negócio oligárquico como sempre foi a televisão. Como já disse aqui, a internet está se tornando muito parecida com a televisão, até em seus costumes de criar Ãdolos, amá-los ou odiá-los. Populista, “fofoquista” e um tanto sensacionalista.
PouquÃssimos negócios de internet prosperaram neste perÃodo aqui no Brasil e a nova onda de startups que começou nos meados de 2007 embalados por uma Web 2.0 ainda não frutificou. Ainda estamos vivendo os resultados da web 1.0. “Nossos” Buscapé, Par Perfeito, Mercado Livre, Akwan e poucos outros renderam louros a seus criadores de lá prá cá. Da nova onda de negócios pouquÃssimos conseguiram investidores e mesmo assim lutam dentro desta crise de crédito e com pouca audiência e resultados. Os Blogs, blogueiros e mÃdia social tentam diversificar seus negócios através de consultorias de comunicação digital ou servindo para engrossar o caldo da audiência dos portais. Temos profissionais inovadores, criativos, exportamos talento. Temos audiência (muito concentrada ainda, mas temos), tempo de navegação recorde no mundo. Já somos dezenas de milhões de internautas. No entanto ainda precisamos fortalecer muito uma legÃtima cultura online para que os negócios fluam melhor. Precisamos que as pessoas saibam usar a internet não só como quem vê novela.
Coluna do Edson Romão publicada na Revista www.com.br da Editora Europa
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sexta-feira, setembro 25th, 2009
Os criadores e desenvolvedores de serviços e sites na web sabem realmente a importância de cada click do usuário, não se cansam de estudar como criar o “click dos sonhos”.
O meu mouse está mais nervoso que o controle remoto da minha TV. Não sei o que deu nele, mas acho que eu não sou o culpado disto acontecer. Pede a todo instante para ser apertado, deslizado prá cá, prá lá, rola página e clica, volta e vai. Um “sambalelê”. A culpa não é minha. É da nossa gente que cria os sites e os serviços que vemos na web. Não por haver muita opção, concorrência, surgimento de novidades – tenho tempo prá ver muita coisa, mas o meu mouse parece um temperamental. Deve ser a idade, afinal com 13 anos de internet comercial no Brasil, os hormônios devem estar em ebulição, afetando o humor dele. Tenho procurado um jeito de trazer alguma paz prá ele. Quando o levo prá navegar dentro de uma interface embaraçosa, seus clicks vão embora em segundos.
Mas o que é que as pessoas querem encontrar no mundo on-line? Essa é uma pergunta que nós, criadores, produtores, desenvolvedores do mundo pontocom nos perguntamos constantemente. Quer se trate de desenvolver um novo site, uma nova campanha on-line, ou um novo negócio baseado na web, queremos e devemos reter a atenção do usuário. E o encantamento se dá no conjunto de muitas ações. Você pode atrair visitantes com alguma isca como SEO ou um conteúdo interessante, mas é um design claro e uma navegação simples que os mantêm no local e encorajados a regressar. Caso contrário, o seu site será um desperdÃcio de tempo e será condenado ao abandono e esquecimento. É na interface que se dá o primeiro contato e todo mundo sabe que “a primeira impressão é a que fica”. Mas veja bem; não adianta também caprichar só no make up se há “mal hálito”. O trato ao usuário tem que ser completo.
É preciso aliar técnica ao sentimento. Mesmo quando se é apaixonado por web deve-se ter todo cuidado ao criar, programar, desenhar, escrever e organizar a informação. Lembre-se que a oferta e disponibilidade de serviços é imensa. O SEO, sistemas de busca, publicidade e branding colocam na nossa cara muitas portas para se abrir. Se o site não estiver bem lapidado vai certamente deixar a audiência escapar pela janela.
Sejamos previdentes: as formas de experimentar a satisfação do usuário com um site são pouco usadas pelo criadores. Os testes de usabilidade podem auxiliar-nos a fazer sites melhores e ter um feedback mais concreto. É bom usar métodos para perceber problemas na interação do usuário com a interface, mostrando se elas são complicadas demais, se levam do “nada ao lugar nenhum”, se há excesso ou redundância de informações e outras tantas ciladas que sem querer preparamos para eles.
Depois de muito tempo debruçados sobre nossas próprias criações, acabamos por achar nossos filhos maravilhosos. Nem sempre é assim. Quando alguém mostra algum defeito em nossos “filhotes”, o primeiro impulso é rejeitar a crÃtica. Portanto um teste isento pode nos auxiliar a avaliar a situação. Contra fatos não há argumentos. Uma interface compreensÃvel é melhor do que muito lero-lero.
Se não puder contratar testes especializados, seja mais modesto. Teste sempre suas criações com os amigos e principalmente com aqueles que não nos admiram tanto ) . Teste com desconhecidos, repetindo com frequência esta experiência. Mantenha sempre em seu site um caminho claro para o usuário postar sua opinião. Leia e considere-a, pois sempre pode haver um iluminado entre nós.
O usuário é exigente. Suas exigências são às vezes supérfluas demais. Não dê as costas para isso. O click do mouse é rápido. Mais rápido que o piscar de olhos. O pensamento e o dedo estão conectados por um link de um terabit de velocidade. Dêem valor ao click.
Coluna do Edson Romão publicada na Revista www.com.br da Editora Europa
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sexta-feira, agosto 28th, 2009
São poucas pessoas no mundo que tem direito a um mordomo. Eu até hoje, plebeu que sou, não vi sequer um pessoalmente. Soube que eles sempre levam a culpa dos assassinatos nos filmes de suspense, mas é só isso. Mas sei que um mordomo é fiel a seu patrão, independente dos costumes e preferências destes. É discreto, praticamente invisÃvel, silencioso – apenas serve. Outro personagem que serve no mundo real são os Concierges. Estes eu já vi…acho que de longe uma ou duas vezes. Levam algumas culpas mais leves e umas gorjetas principalmente por resolverem e atenderem os intrincados pedidos de seus hóspedes. A missão de ambos no mundo real é satisfazer, atender, servir cumprir com esmero as suas atividades a favor de seus contratantes.
TaÃ. Eu conheci um serviço de internet que teve um mordomo. Foi o hpG que criamos em 2000. Usamos este personagem para demonstrar a importância que o cliente de um serviço de internet têm. Representava o atendimento, a resposta imediata, a informação relevante. Hoje em dia está mais acentuada ainda a importância que o usuário desempenha para o sucesso dos serviços web, pois ele hoje é o protagonista, o gerador de conteúdo e o dÃnamo das atividades dos serviços de internet. Nestes tempos de web 2.0, da já malhada colaboração, imagine uma rede social vazia, um serviço de dating sem pretendentes, um servidor de game sem usuários e quem dera, um portal sem audiência. O usuário é mais do que suas conotações numéricas e estatÃsticas. Se é por um lado CPM, CPC, unique visitor, page view, click, audiência, share, por outro é autor, jornalista cidadão, comentarista, fotógrafo, revisor, editor, juiz, advogado, sendo ou não doutor, manda e desmanda por detrás de seu amedontrador anonimato.
Mas acima de tudo o usuário é a Majestade que move nossas ações e que é alvo de nossos mais profundos pensamentos em busca de criações que lhes atenda, que lhes encante, que capte e retenha sua atenção. É nosso amo e senhor, nosso amor utópico. Por isso os serviços de internet – praticamente todos – tem a maior consideração pelo usuário, como não se vê fora da rede. Coitadinho do atendente de suporte que tratar mal um usuário de internet. Está frita a loja de e-commerce que prestar um mal atendimento. No mundo real, por exemplo, um balconista ou vendedor nos faz engolir quantos “sapos” este quiser. Nos fazem esperar, nos atendem e informam mal e engolimos sem espernear. Nem de perto deixamos acontecer no mundo virtual, pois gritamos a pleno pulmões por nossos direitos. A internet nos deixou exigentes, meio mimados. Queremos banda larga. Um não, dois, quatro, trinta mega. Email com menos de dois giga, que lixo. Queremos software online, onde e quando eu quiser, ok. E prá Linux, Mac, PC, mobile e cia e com lembretes por SMS.
O padrão de qualidade dos serviços de internet está subindo a cada dia por conta da capacidade de exigir e da pressão que a oferta e procura exerce sobre nós empreendedores e empresários da web. Precisamos deles. Precisamos de vocês. Uma das maiores empresas do mundo oferece a maioria de seus serviços de graça – na internet é claro. Quer mordomia maior que essa? De graça e funcional. Mas tem que funcionar bem e se tiver um atendimento especial até paga-se um pouquinho por isso. Os mapas de localização são uma mordomia incrÃvel para quem mora nas grandes cidades e precisam fazer seus trajetos de maneira rápida e precisa. Eu uso diariamente, economizando combustÃvel, tempo e minha santa paciência. Poucas coisas são mais amáveis que se clicar e abrir o que se pretende ver, com velocidade e resposta precisa. Outra dica: Fundado por médicos afiliados a famosa Universidade de Medicina de Harvard , o serviço BestDoctors.com (www.bestdoctors.com) ajuda as pessoas a receber o melhor cuidado médico. Organizaram uma base de dados mundial de 50.000 especialistas médicos em mais de 400 especialidades. Estes médicos são escolhidos por seus próprios pares por uma razão simples: Estão entre os melhores. Confortável.
Coluna do Edson Romão publicada na Revista www.com.br da Editora Europa
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quinta-feira, julho 16th, 2009

Parte do sucesso de uma implementação é o completo desconhecimento a respeito dela. Tudo continua aparentemente como sempre foi.
Esta semana fomos para PHP5 dessa forma. Smooth. Sem turbulência.
Outra novidade é o recurso para criação de listas do Email Marketing Aprex. Agora você pode criar sua lista de envio a partir de suas contas do Gmail, Yahoo ou LinkedIn. Em poucos cliques sua lista está pronta para utilização. Estamos trabalhando para incrementar as opções de escolha. Hotmail, MSN, Twitter e Orkut estão na lista e na fila.
Isso aumenta e facilita a personalização e segmentação de suas campanhas. Muitas possibilidades se abrem. Faça testes com redes diferentes, personalize as mensagens com nomes, segmente por comunidade de interesse. Enfim, crie seus caminhos, encontre seu público e aumente seus resultados.
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sexta-feira, julho 10th, 2009
De tempos em tempos lemos alguma pesquisa ou estudo que diz que a internet – e esta vontade incessante de usá-la – aumenta a ansiedade nas pessoas. Há poucos dias uma destas disse que 27% dos usuários, quando desconectados, são atingidos por ansiedade e que 40% levam o PC para cama. Eu estou livre disso. Prá que levar o PC para cama!? Eu só preciso levar o celular. E prá que ficar ansioso sem internet? Mas…só deixa eu dar uma última espiadinha nos emails antes de dormir; e já que estou aqui, deixa eu ver como estão os cadastros, se os servidores estão up etc. Na verdade, não posso mais ficar sem você. Com quem estava falando? Desculpe, era com o navegador do celular.
O celular, smartphone, iPhone e outros equipamentos portáteis conectados a rede são uma realidade avassaladora em números. Nesta metade de 2008, o Brasil atingiu a marca de 135 milhões de assinantes no Serviço Móvel Pessoal, numa densidade de 70,57 telefones móveis em serviço para cada 100 habitantes. E o Brasil é o paÃs que mais acessa internet via celular na América Latina de acordo com pesquisa da empresa dona do browser Opera, publicada em agosto de 2008.
Com uma audiência deste tamanho é claro que o mercado fica muito entusiasmado. No entanto existem diversas particularidades que devemos considerar antes de pensar neste volume todo como uma audiência monetizável para o mobile marketing, MMS e WAP. Por enquanto apenas 20% destes assinantes tem celular pós-pagos e 80% são pré-pagos. Isso quer dizer que tem muita gente usando o celular como um ramal que recebe telefonemas, sem sequer depositar para as operadoras um real de crédito além do necessário. Com isso vamos afunilando nossa audiência para serviços pagos como tráfego de dados e multimÃdia. Uma pesquisa feita pela Nielsen que entrevistou 5.000 usuários de celular nas principais cidades brasileiras mostra algumas coisas: O serviço de celular mais utilizado no Brasil é o SMS, com 60,1% entre os usuários. No público jovem, esta fatia aumenta para perto de 80%. Baixar músicas e ringtones é outro serviço bem utilizado. Eu estou localizado aqui: usuários que checam e-mails por celular, 57%; na sequência vem os sites de música (27%), entretenimento (25%), jogos (18%), filmes (12%) e notÃcias e polÃtica (12%).
Sobre modelos de negócios para mercado mobile no Brasil, as emissoras de TV e rádio têm saturado sua programação com promoções do tipo Pull – “mande a palavra xyz para o numero tal e concorra a um carro 0 km”, chamando o usuário para a interação com um número conhecido por Large Account. Também vemos campanhas push, partindo de uma base opt-in, solicitando a esta a participação em uma promoção.
Todo mundo quer beliscar uns centavos dos milhões de SMSs que se colhe numa ação destas. Desconte aà a inadimplência dos celulares que solicitam o serviço, mas depois não tem crédito em seus pré-pagos para serem debitados. Óbvio: a maior parte da receita (de 45% a 55%) fica nas mãos das operadoras. Paga-se a merchandising para emissora, sobram algumas merrecas de centavos para você, campeão.
Por outro lado, o mercado se esmera em produzir alguns serviços de internet para o formato WAP com qualidade. Utilizo e indico o Itaú, tudo do Google, Aprex, Reuters. Geralmente é quando mais se precisa, no sufoco, que buscamos uma informação pelo browser mobile. É bom estar preparado e fazer bem feita esta adaptação de seu site para não decepcionar. Celular é uma mania global e nacional. A internet e o celular estão fadados a antropofagia. Daqui a pouco um estará dentro do outro numa metabolização hi-tech. Não preciso do PC na cama. Um torpedo de boa noite e até amanhã.
Coluna do Edson Romão publicada na Revista www.com.br da Editora Europa
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quinta-feira, julho 2nd, 2009
É assim que o consultor Marcelo Cossalter da RCS Brasil definiu o e-mail marketing na PEGN de junho.
Serve não só para informar o cliente sobre promoções e novidades, mas principalmente para conhecer melhor os hábitos e as preferências do público-alvo, algo essencial nos dias de hoje.
Ele observa também algo que já falamos aqui em outros posts. A composição da lista de destinatários do e-mail marketing é um ponto chave para o sucesso da ação. Sempre consulte seus clientes antes de adicioná-los a lista de envio. Isso é o que chamamos de opt-in. Só assim você terá certeza que suas mensagens serão recebidas e não cairão na vala comum da caixa anti-spam. O opt-in garante grande parte da resposta efetiva dos seus clientes a suas mensagens.
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quarta-feira, junho 24th, 2009
Em entrevista publicada na última edição da PEGN, Chris Hughes – o garoto que elegeu Barack Obama e co-fundador do Facebook -, diz que assistiremos um aumento substancial na troca de informações de todos os tipos. A nova onda da internet é o compartilhamento. Segundo ele, as pessoas querem dividir conhecimento, fotos, vÃdeos, preferências. Fazem isso pela internet em blogs, sites e ferramentas da web.
A grande tendência é compartilhar. As pessoas querem dividir o que sabem e gerir suas conexões.
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terça-feira, junho 16th, 2009
Apesar de todos os problemas causados pelo span e phishing, o email marketing continua sendo uma das melhores ferramentas do marketing. Estudos Direct Marketing Association apontam que cada dolar gasto em campanhas de email geram $50 de retorno. Impressionante não? O melhor é que com o Aprex você tem um sistema simples e de baixo custo para criar, enviar e principalmente medir os resultados da sua campanha.
Mas como chegar próximo de resultados tão expressivos? Aqui vão algumas dicas simples e eficazes:
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Muito prazer, sou seu cliente
Conheça todas as informações possÃveis sobre seu cliente. Desejos, preferências e o que leva seus clientes a comprarem seu produto são fatores fundamentais na hora de decidir o conteúdo da sua campanha. A mensagem só será certeira se a oferta casar com a demanda. As vezes um ótimo desconto pode não ser suficiente. Descobrindo o motivo que leva o cliente a comprar o seu produto ou serviço, será mais fácil conseguir atender as expectativas e satisfazê-lo.
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Foco no cliente
Use uma linguagem adequada ao universo do seu cliente. Seja direto e amigável como em uma conversa. Imagine que ele não está lendo um e-mail, mas está na sua frente. Redija o texto de forma personalizada, fazendo com que o cliente se sinta especial e único.
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Promessa é dÃvida
Seja coerente no assunto, conteúdo e links. Se o assunto é uma pergunta, responda no conteúdo. Se o link promete desconto, direcione o cliente para uma página que conceda esse benefÃcio. Não tente mascarar suas intenções, email marketing é uma via direta. Prometa e cumpra.
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1 alvo com 1 bala
Concentre sua mensagem em um objetivo. Seja ele venda, cadastramento, convite ou resposta. Não crie mensagens longas com vários assuntos e focos diversos. Isso dispersa a atenção do cliente, que na maioria das vezes já lerá seu email rapidamente. A informação deve ser clara e direta com links visÃveis e destacados.
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Seja profissional
Não envie e-mails do Outlook. Fuja também dos softwares de camelô. Procure profissionais ou serviços online especializados. Além de tornarem o envio uma tarefa simples, eles ainda fornecem estatÃsticas de envios, informam quem abriu e quem clicou nos links. Dados fundamentais para medir o resultado da sua campanha.
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